sexta-feira, 20 de abril de 2018

ALUNOS COM VENCIMENTO NO PRÓXIMO SÁBADO 21/04/18


Ana Clara Palhano Barrios da Cunha
Antoniele Luiza da Cruz Souza *
Cínthya Fernanda Esteves dos Santos *
Flávia Mariana Moreira
Gabriel Henrique Souza Silva
Gabriel Massaki Fukushima *
Gilson Kerkhoff Junior *
Hérica Divina Honoro Marques *
João Guilherme da Silva França
João Victor Scherbach Evangelista
José Carlos Sampaio de Figueiredo
Kamilly Miranda de Lima
Kimberlyn Vitória de Oliveira Soares
Larissa Clara Sabino Ferreira
Mariana Abreu Araújo
Pedro Henrique Lopes da Silva
Thamires Pereira Ramos *

ENCONTRO DOS MELHORES DO BIMESTRE

Quinta-feira (19/04) foi o dia de encontrarmos os melhores do bimestre do curso na Taverna Corvo Negro , um lugar muito divertido de boardgames.

Os alunos se divertiram muito jogando os mais diversos jogos como Spot it, Quirkle Cubes, e King Of Tokyo. 

Saborearam um delicioso hamburguer servido na tábua com batatas fritas e molho tártaro. 

No final ainda ganharam uma caixa de bombons Nestlé e um kit Magic iniciante.

Adorei estar com vocês: Carina, Idelcides, Kauan, Kionne, Nathalia e Thatyelle!

Em 16 anos de curso, vocês foram os alunos mais animados num passeio com o professor.

Adoramos!






















quarta-feira, 18 de abril de 2018

PROMOÇÃO DIA DAS MÃES 2018

(Informações já enviadas via bilhete)

Quer concorrer a uma lembrancinha para sua mamãe no dia 12/05? 

Desta vez a promoção é mais simples: tire uma foto UNIFORMIZADO, com sua mamãe. Envie via Facebook para o professor Cássio, que fará a montagem . Daí você publica em seu Facebook, marcando o professor (para que apareça na timeline dele) e colocando o seguinte texto: Eu e minha Mamãe ( ? ). 

Não esqueça de citar o nome dela no lugar da interrogação. Pronto! Sua mamãe já estará participando da promoção. 

O sorteio acontecerá no espaço Atalaia no dia 07 de maio, e serão cinco mães sorteadas. A promoção termina dia 05/05/18.

Eu e minha Mamãe Teresinha

PRÓXIMO SÁBADO


terça-feira, 17 de abril de 2018

segunda-feira, 16 de abril de 2018

TAREFA DE MATEMÁTICA PARA 21/04/18 - VALE 5,0%


Olá meu queridos, vamos para mais uma tarefa?
Bom primeiro, quero que leiam as REGRAS DE TAREFA(http://cursopreparatorioparacefetmt.blogspot.com.br/2016/02/regras-de-tarefa-do-curso-para-novos.html) para realizarem-na de forma correta e não deixar que sejam desclassificadas. Isso porque alguns alunos estão insistindo em realizar as tarefas de forma incorreta.
01) Calcule a expressão a seguir e marque a alternativa que contenha seu resultado correto:
1,077 + 0,25 + 3,1 – 1 = ?
a) 5,327
b) 5,427
c) 4,12
d) 4,426
e) 3,427

02) Calcule a expressão a seguir e marque a alternativa que contenha seu resultado correto:
0,37 - 0,5 – 1,1 – 3 = ?

a) – 1,33
b) – 1,36
c) 4,27
d) – 4,23
e) 4,22

03) Calcule a expressão a seguir e marque a alternativa que contenha seu resultado correto:
5 x 0,01 x 1,2 x 0,4 = ?

a) 0,24
b) 0,024
c) 6,4
d) 6,2
e) 0,22

04) Calcule a expressão a seguir e marque a alternativa que contenha seu resultado correto:
38,628 : 6,66 = ?

a) 5,8
b) 5,4
c) 6,8
d) 6,4
e) nra

05) Em Cada uma das adições a seguir está faltando um número, devidamente sinalizado pelo sinal de interrogação. Descubra estes três números e some-os. Depois marque a alternativa que contenha seu resultado correto:




a) 6,88
b) 6,9
c) 10,808
d) 11,88
e) nra

06) Joaquim comprou uma televisão nova parcelada em 12 vezes sem juros. Ficando desempregado, seu irmão comprometeu-se a ajudar e pagar metade do valor das parcelas do objeto. Sabendo que o valor da televisão é R$ 1.800,00, quanto Joaquim paga por mês?
a) R$ 90,00
b) R$ 100,00
c) R$ 150,00
d) R$ 180,00
e) R$ 200,00

TAREFA DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA 21/04/18 - VALE 5,0%


Olá meu queridos, vamos para mais uma tarefa?
Bom primeiro, quero que leiam as REGRAS DE TAREFA(http://cursopreparatorioparacefetmt.blogspot.com.br/2016/02/regras-de-tarefa-do-curso-para-novos.html) para realizarem-na de forma correta e não deixar que sejam desclassificadas. Isso porque alguns alunos estão insistindo em realizar as tarefas de forma incorreta.

AS MÃOS QUE LIAM


Minhas amiguinhas (...) tinham uma novidade para me contar:
– Enquanto você estava doente, apareceu na aldeia uma moça que sabe ler as palavras com a ponta dos dedos.
– Como? – perguntei incrédula e, ao mesmo tempo, desapontada por não ter sido a primeira a descobrir o fato.
– É isso mesmo. Ela lê com as mãos. Todas as terças-feiras ela vai à igreja para contar a História Sagrada para as crianças do catecismo. Você quer ir?
Na terça-feira, fomos em bando até a igreja e nos sentamos nos primeiros bancos. Ali fiquei eu, com o coração ansioso, à espera da moça que recolhia as palavras com as mãos, como se fossem frutos maduros das árvores.
De súbito, ela entrou. Caminhava devagarinho pelo corredor, apoiada em uma bengala (...). E, quando se aproximou do altar, fez o sinal da cruz, sentando-se à nossa frente. Tinha uma expressão bondosa, mas distante, posta no vazio. Olhava-nos, mas não nos via.
Abrindo um enorme livro, realizou o milagre. Eu a vi, então, tocando com os dedos as folhas brancas, inteiramente brancas, sem nenhuma palavra desenhada, só com alguns pontinhos em relevo, como cabeças de alfinete. Ela decifrava o papel com as mãos assim como eu decifrava com os olhos os livros do meu avô astrônomo.
E foi para esse avô que eu fui contar correndo a novidade. Ele, porém, não se espantou. Era um homem que lia muito, que sabia muito, embora nunca saísse da aldeia. Ele viajava nos livros. (Será que também lia com os dedos, quando ninguém estava vendo?...)
– Fortunatella, como essa moça é cega, aprendeu a ler de maneira diferente das pessoas que podem enxergar. 
Cada monte de pontinhos daqueles é uma letra. E uma reunião de pontinhos é uma palavra.
Caminhando com os dedos sobre esses montinhos, ela vai decifrando as frases.
Eu estava perplexa:
- E quem ensinou essa moça a ler desse jeito?
– Não sei, Fortunatella, não sei. Na aldeia, isso é novidade. Mas quem inventou esse jeito de ler foi um cego que morreu na França há mais ou menos quarenta anos.
Quarenta anos era uma eternidade, que eu nem sabia calcular. E a França devia ser um reino encantado onde as pessoas – que maravilha! – aprendiam a ler sem enxergar.
– Vovô Leone, eu também quero ler com as mãos. É mais bonito do que com os olhos!
– Não diga isso, Fortunatella. Enxergar é uma bênção. Mas, se você quiser, pode aprender a ler o mundo com os dedos, sim. Você tem tato: toque, apalpe, sinta.
Fiquei olhando vovô Leone, admirada da sua sabedoria. E fui tentando, nos dias que se seguiram, apalpar as coisas que estavam na minha frente. Era uma nova brincadeira: fechava os olhos e tateava. E assim fui aprendendo a conhecer a lisura de uma folha de papel, as nervuras de uma folha de árvore, o calor de uma cinza da lareira, o veludoso da pele do meu rosto, o fofo do miolo do pão, a aspereza de uma pedra da rua, a fluidez da água da fonte.

LAURITO, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. São Paulo: FTD, 1987.

01) Com que Fortunella compara o ator de ler?
a) ao sentido de enxergar
b) ao ato de colher frutos
c) ao fato de que ler é uma benção, uma riqueza
d) ao ato de ensinar
e) nra

02) No texto, em “De súbito, ela entrou.” Mostra que a moça cega aparece na igreja de forma
a) abrupta
b) triste
c) alegre
d) inesperada
e) rápida

03) Em relação ao texto, aponte a alternativa incorreta:
a) Em “Abrindo um enorme livro, realizou o milagre.” A narradora se refere ao fato da moça ler com as mãos.
b) A habilidade de ler com as mãos não é realmente um milagre, mas o texto, aponta como tal.
c) A narradora, através do tato, passou a perceber melhor a lisura da folha de papel.
d) As nervuras das folhas de árvore, a suavidade da pela do rosto e a maciez do miolo de pão, são coisas que foram percebidas melhor com a descoberta do poder do tato pela narradora.
e) nra


04) Observe os trechos a seguir :

I - Quarenta anos era uma eternidade, que eu nem sabia calcular.
II - E a França devia ser um reino encantado onde as pessoas – que maravilha! – aprendiam a ler sem enxergar.
III - Vovô Leone, eu também quero ler com as mãos.
IV - É mais bonito do que com os olhos!
V - Não diga isso, Fortunatella. Enxergar é uma bênção.

Podemos dizer que há artigos indefinidos nos períodos: 

a) I, II e III
b) I, III e IV
c) I e II
d) I, II e V
e) em todos os períodos


FÁBULAS NADA FABULOSAS
Josué Marcilio


Bom cabrito é o que mais berra onde canta o sabiá.

A raposa chegou junto à videira. Uma cerca alta de arame farpado impedia o acesso. As uvas estavam altas e imaturas. A raposa deu três ou quatro pulos, não alcançou. 
Então ela se lembrou de que era carnívora. “Estão verdes”, disse desdenhosamente, quando lhe caiu uma jabuticaba no focinho. Ela pensou: E se fosse uma melancia? Ficou num alumbramento, então atingiu a iluminação.
A cigarra trabalhou o verão inteiro. A formiga, só na gandaia. A cigarra, só na batalha. A formiga foi pro motel com mil machos, curtiu incríveis bacanais. A cigarra buscou a quintessência do som paschoal-hermético, foi ao Xingu ouvir a música dos xavantes, aprendeu a tocar cítara. Chegou o Inverno, a formiga se mandou pro formigueiro. A cigarra foi organizar seu show. A formiga se cansou da monotonia do formigueiro, tanto mais que naquele país não havia inverno, e foi procurar a cigarra. Não sabia tocar nada, não podia sentir cheiro de açúcar que saía correndo e largava tudo. A cigarra, com uma paciência de gênio, ia aguentando tudo. No dia da estreia, uma frente fria do sul, os cuiabanos ficaram todos encorujados em casa. Na noite, só o silêncio, quebrado por uma ou outra muriçoca, seu violino desafinado. 
A formiga queria atravessar o lago. O elefante, depois de muita insistência dela, concordou em levá-la no lombo. Apanhou a formiga com a tromba e botou nas costas, arriando as pernas sob o peso. No meio da travessia, ela se lembrou de que estava sem calcinha e cravou o ferrão no elefante. “Mas você não prometeu que desta vez ia se controlar?”, protestou o elefante. “É que eu quero afogar o ganso”, disse a formiga, e tome ferroada. O elefante começou a despertar seu lado masoquista, então disse: “Judia de mim, judia, se eu não sou merecedor desse amor...”.
À beira dum riacho, lobo e cordeiro. O primeiro, feroz, procurando pretexto, e os dois bebendo água. “Vê se não suja a água que eu tou bebendo, ô guri.” “Tou sujando não, tio, a água corre daí pra cá.” “Tio é a vó. Foi você que me insultou mês passado, não foi?” “Nasci há quinze dias.” “Se não foi você, foi seu irmão.” O lobo olhava míope, não distinguia entre o cordeiro e o reflexo. Ventava. “Precisa tremer não, meu filho”, de repente ficou paternal. “Não tou tremendo. Por que não usa óculos? Esta fábula já perdeu o suspense, foi repetida mais de mil vezes para todas as crianças do planeta, perdi o medo e o suspense. Acaba logo com essa lengalenga.” “Tá bem. Você não tem irmãos, né?” “Não, mas se quiser posso citar Cervantes, Platão e Nietzsche.” Não foi preciso.
Toda vez que o rato da cidade ia visitar o primo do campo ficava bestificado. O campo não era mais aquele.
Máquinas cada vez mais sofisticadas, aditivos e defensivos cada vez mais ofensivos. Tecnologia e química davam nova cor à roça. Quando o rato caipira ia à cidade, só via desolação e queixas. O barraco onde o primo urbano morava não tinha nada, a comida cada vez mais minguada na panela. Mas o mundo é pequeno e as coisas mudam. O rato da cidade comprou um aparelho de som barulhento, e quando o primo do campo vinha fazer-lhe visita, nunca mais pôde dormir tranquilo: às cinco da manhã começava a choradeira abominável. Foi
assim que o rato da roça veio a conhecer as drupa caipira.
O corvo estava com um beço pedalo de quico no beijo, ou seja, um belo pedaço de queijo no bico. A raposa ainda estava com dor de barriga porque comera muita uva verde, com casca, semente e tudo, mas não podia perder a ocasião. E começou a elogiar o corvo. Que ele tinha as asas mais pretas que as asas da graúna – original, hein? Que ele tinha o rabo mais bonito que o do pavão. O corvo não se conteve. Quando ouviu tão babosos elogios, segurou o pedaço de quico, não, pedico de quaço, ah sei lá, com um dos pés, e disse: “Toda essa demagogia só por causa de um mísero pedeijo de caço? Pode ficar com ele, eu não gosto”. E jogou o queijo aos pés da raposa. Nisso, ia passando o rato do campo, de volta da visita ao seu primo da cidade; mais que ligeiro, apanhou o queijo e fugiu. A raposa ficou vendo navios. Navios e estrelas. Quem nunca comeu melado dá bom dia pra cachorro.

(Adaptado de: MARCILIO, Josué. Fábulas nada fabulosas. In: _____. Fábulas nada fabulosas. Cuiabá: Edição do Autor, 1999. p. 39-
41).

05) A originalidade do texto ocorre, principalmente

a) pela coerência argumentativa, que se dá pela profundidade filosófica dos argumentos que apresenta.
b) pela exploração de uma linguagem erudita e arcaica, em um contexto mítico e predominantemente descritivo.
c) pela mistura de fábulas, que cria situações um tanto absurdas.
d) por contar cinco fábulas para crianças, em sequência, com fidelidade ao texto original.
e) por inserir personagens de fábulas em um longo poema épico.

06) Marque a alternativa que mostra que o narrador (aquele que conta a história) sabe o que o personagem está pensando.

a) “Bom cabrito é o que mais berra onde canta o sabiá” 
b) “A raposa chegou junto à videira” 
c) “Então ela se lembrou de que era carnívora” 
d) “À beira dum riacho, lobo e cordeiro” 
e) “ ‘Nasci há quinze dias’ ” 


RESPOSTAS DAS ATIVIDADES EXTRAS APLICADAS DIA 14/04/18


ATIVIDADE EXTRA – A

-1/15

ATIVIDADE EXTRA – B


2/5

RESPOSTAS DA TAREFA DE LÍNGUA PORTUGUESA DO BLOG ENTREGUE DIA 14/04/18


01) CANCELADA

02) E

03) A

04) C

05) CANCELADA

06) D

07) A


RESPOSTAS DA TAREFA DE MATEMÁTICA DO BLOG ENTREGUE DIA 14/04/18


01) B

02) E

03) C

04) E

05) B

06) D


quarta-feira, 11 de abril de 2018

ALUNOS COM VENCIMENTO NO PRÓXIMO SÁBADO 14/04/18 (no caso da turma Atalaia, 13/04)


Afonso Labourê Machado Ferreira dos Santos*
Amanda Morais Ferreira
Amanda Yuki Cabrera Koga*
Ana Beatriz Martinho de Souza*
Ana Beatriz Menezes dos Reis
Ana Flávia Saulina Marinho
Ana Karolina Barbieri Araújo*
Ana Paula Castro Lima
Ana Victória Gretter Faria*
Anthonny Luiz da Silva Oliveira
Antoniele Luiza da Cruz Souza
Aysla Caroline Souza Silva
Camily Rodrigues de Oliveira*
Cauã Expedito Machado Castro*
Cínthya Fernanda Esteves dos Santos
Eros Almeida de Moraes
Felipe Douglas Oliveira de Lytton
Felipe Fernandes Inacio de Oliveira
Gabriel Kauã Antunes Leite
Gabriel Massaki Fukushima
Gabriel Moreira Bordin
Gabriel Taques Amorim
Gilson Kerkhoff Junior
Grazielly Campos de Moraes
Hérica Divina Honoro Marques
Iasmim Gabrielly Campos de Moraes
Isadora Cristhine de Almeida Araújo
Julia Mancinelli Machado
Letícia Gabriela Nunes de Oliveira*
Lorena Ferreira Vasconcelos
Lucas Sampaio da Silva*
Lund Gabriel Batista e Martricardi*
Maria Gabriela Vanuchi Cirino*
Nohana Soares Proença*
Pedro Paulo Leite da Cruz Benites*
Raiany Lorrainny Hojnaski da Paixão*
Thamires Pereira Ramos
Vitória Verissima Silva Neves
Walmir Breno Lucena Reis
Yasmim Maria Guimarães Lino de Souza*

UNIFORMES 2018


.


ATENÇÃO



A questão 5 de Língua Portuguesa da tarefa do blog desta semana está cancelada, pois ainda não chegamos no assunto Advérbios.

Favor desconsiderar esta questão!

terça-feira, 10 de abril de 2018

CHEGARAM OS UNIFORMES!

Vocês ficaram lindos meus amados!





ENTREGA DOS LIVROS PARA OS MELHORES DESEMPENHOS NA TABUADA – META 01


PARABÉNS MEUS LINDOS! AGORA MÃOS À OBRA!







Ana Beatriz Menezes dos Reis
Bianca de Arruda Queiroz
Gustavo Souza Marques
Inácio Marques de Medeiros
Lucas Gonçalves Esmicelato